terça-feira, 21 de julho de 2009
Non, Je Ne Regrette Rien - Edith Piaf
Deixo aqui uma musica cantada por Edith Piaf em seu retorno triunfante!
Talvez aqui uma chama para vencer os coflitos da vida, espero que lhes sirvam de fonte de inspiração também:
Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)
Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!Varridos os amores
E todos os seus temores (4) Varridos para sempre Recomeço do zero.
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!
O filme é realmente muito bom, segue a sinopse e ficha técnica aos interessados:
A vida de Edith Piaf (Marion Cottilard) foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos 3 aos 7 anos de idade fica cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde vive com o pai alcoólatra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935 é descoberta por um dono de boate e neste mesmo ano grava seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública.
Ficha Técnica:
Título Original: La Môme - Em português: Piaf Um Hino ao Amor
Gênero: Drama - Tempo de Duração: 140 minutos Ano de Lançamento (França / República Tcheca / Inglaterra): 2007Site Oficial: www.edithpiaf.com.brEstúdio: Canal+ / TF1 International / Songbird Pictures / Sofica Valor 7 / TPS Star / Okko ProductionsDistribuição: Europa Filmes Direção: Olivier Dahan Roteiro: Isabelle Sobelman e Olivier Dahan Produção: Alain Goldman Música: Christopher Gunning Fotografia: Tetsuo Nagata Desenho de Produção: Olivier Raoux Direção de Arte: Mick Lanaro, Beata Brendtnerovà, Laure Lepelley e Stanislas Reydellet Figurino: Marit Allen Edição: Richard Marizy Efeitos Especiais: Rainmaker
Talvez aqui uma chama para vencer os coflitos da vida, espero que lhes sirvam de fonte de inspiração também:
Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)
Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!Varridos os amores
E todos os seus temores (4) Varridos para sempre Recomeço do zero.
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!
Não! Nada de nada...Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!
O filme é realmente muito bom, segue a sinopse e ficha técnica aos interessados:
A vida de Edith Piaf (Marion Cottilard) foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos 3 aos 7 anos de idade fica cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde vive com o pai alcoólatra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935 é descoberta por um dono de boate e neste mesmo ano grava seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública.Ficha Técnica:
Título Original: La Môme - Em português: Piaf Um Hino ao Amor
Gênero: Drama - Tempo de Duração: 140 minutos Ano de Lançamento (França / República Tcheca / Inglaterra): 2007Site Oficial: www.edithpiaf.com.brEstúdio: Canal+ / TF1 International / Songbird Pictures / Sofica Valor 7 / TPS Star / Okko ProductionsDistribuição: Europa Filmes Direção: Olivier Dahan Roteiro: Isabelle Sobelman e Olivier Dahan Produção: Alain Goldman Música: Christopher Gunning Fotografia: Tetsuo Nagata Desenho de Produção: Olivier Raoux Direção de Arte: Mick Lanaro, Beata Brendtnerovà, Laure Lepelley e Stanislas Reydellet Figurino: Marit Allen Edição: Richard Marizy Efeitos Especiais: Rainmaker
sábado, 18 de julho de 2009
O que seria se expressar através da arte? Viver em conflito...?
Bom, segue o desabafo deste que vos escreve e que se encontra em conflito:
Sigo desanimado estes dias, não encontro fontes de inspiração. Preciso criar, mas ainda não sei bem o que. Sinopses no papel seguem me implorando para serem roteirizadas, mas até agora nada... Temo que se tornem idéias soltas e eu não consiga encontrar o desfecho para que se tornem uma boa estória. Mesclo fatos e acontecimentos de minha vida, criei alguns personagens, me inspirei em pessoas da vida real e cotidiana, preciso roteirizar, é fato. Se serão filmadas, aí já é uma outra história, não me preocupo com isso agora, até porque não é hora e pode vir a me desanimar mais ainda. Depender de leis de incentivo é foda! Por isso neste momento é bom depender só de mim, de minha força de vontade, disciplina e inspiração. Pois é, dependo só de mim neste momento, e muito daqueles dispostos a ler e a me escutar. - Estes aliás sei que sempre estarão por perto, mas e eu, onde estou..? - Sigo em conflito. Este capaz de dilacerar visceras nestes tempos.
Mesmo assim, sei que encontrarei forças. Não desistirei. Jamais desistirei. Espero o mesmo de você, que também um dia esteve prestes a desistir mas sabe que isso seria como te arrancar um braço, ou dois. Um filho, aquele que nasce de sua maior fonte de inspiração, o amor a "arte".
" A arte é uma revolta contra o destino" - André Malraux.
Pois bem, enquanto não escrevo nada, sigo na espectativa de nossos projetos para documentário, a melhor maneira de encontrar um caminho as vezes é se inspirando nos caminhos alheios. Em breve espero que estejam nas telas de algum festival ou sejam projetados na parede da garagem de um amigo. Não importa onde, apenas que não fiquem na gaveta.
abraços e pensamentos inspiradores.
Sigo desanimado estes dias, não encontro fontes de inspiração. Preciso criar, mas ainda não sei bem o que. Sinopses no papel seguem me implorando para serem roteirizadas, mas até agora nada... Temo que se tornem idéias soltas e eu não consiga encontrar o desfecho para que se tornem uma boa estória. Mesclo fatos e acontecimentos de minha vida, criei alguns personagens, me inspirei em pessoas da vida real e cotidiana, preciso roteirizar, é fato. Se serão filmadas, aí já é uma outra história, não me preocupo com isso agora, até porque não é hora e pode vir a me desanimar mais ainda. Depender de leis de incentivo é foda! Por isso neste momento é bom depender só de mim, de minha força de vontade, disciplina e inspiração. Pois é, dependo só de mim neste momento, e muito daqueles dispostos a ler e a me escutar. - Estes aliás sei que sempre estarão por perto, mas e eu, onde estou..? - Sigo em conflito. Este capaz de dilacerar visceras nestes tempos.
Mesmo assim, sei que encontrarei forças. Não desistirei. Jamais desistirei. Espero o mesmo de você, que também um dia esteve prestes a desistir mas sabe que isso seria como te arrancar um braço, ou dois. Um filho, aquele que nasce de sua maior fonte de inspiração, o amor a "arte".
" A arte é uma revolta contra o destino" - André Malraux.
Pois bem, enquanto não escrevo nada, sigo na espectativa de nossos projetos para documentário, a melhor maneira de encontrar um caminho as vezes é se inspirando nos caminhos alheios. Em breve espero que estejam nas telas de algum festival ou sejam projetados na parede da garagem de um amigo. Não importa onde, apenas que não fiquem na gaveta.
abraços e pensamentos inspiradores.
sábado, 11 de julho de 2009
Todos nós temos duas vidas: Uma a que sonhamos, outra a que vivemos.
Sim, a vida e feita de sonhos e desilusões. Temos os momentos dos quais sonhamos, mas no fim nos resta aqueles dos quais vivemos. Mas afinal quem somos? Para onde vamos? Por que sonhamos? Por que vivemos? Por que questionamos tanto?
Seria porque somos medíocres? Imbecis? Ou apenas seguimos vivendo...?
Bom, não importa. Ou já não mais importa. Pra que ter importância? Enfim, nunca se sabe.
Perdido. Achado. Vivendo. Rumo? Não sei. Esperança? Não sei. De que? Pouco me importa. E agora, deixar de sonhar? Ainda não dormi. O que fazer, esperar? O que? Não tenho o que esperar, apenas viver. Mas não seria melhor sonhar? Depende, até onde vale a pena? Vale mesmo a pena? Não sei, e ninguém saberá me responder. Até porque não estão entendendo nada. Mas enfim, amanha apago tudo isso. Assim como ando apagando muito de meus sonhos, e assim sigo vivendo...
Seria porque somos medíocres? Imbecis? Ou apenas seguimos vivendo...?
Bom, não importa. Ou já não mais importa. Pra que ter importância? Enfim, nunca se sabe.
Perdido. Achado. Vivendo. Rumo? Não sei. Esperança? Não sei. De que? Pouco me importa. E agora, deixar de sonhar? Ainda não dormi. O que fazer, esperar? O que? Não tenho o que esperar, apenas viver. Mas não seria melhor sonhar? Depende, até onde vale a pena? Vale mesmo a pena? Não sei, e ninguém saberá me responder. Até porque não estão entendendo nada. Mas enfim, amanha apago tudo isso. Assim como ando apagando muito de meus sonhos, e assim sigo vivendo...
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Todos nós temos duas vidas. Uma a que sonhamos. A outra a que vivemos.
- frase do filme: "Quase Dois Irmãos" de Lucia Murat -

- frase do filme: "Quase Dois Irmãos" de Lucia Murat -

Sinopse:
A história começa nos anos 70, quando o País vivia sob a ditadura militar. Muitos presos políticos foram transferidos para a Penitenciária da Ilha Grande, na costa do Rio de Janeiro. Assim como os políticos, assaltantes de bancos estavam submetidos à Lei de Segurança Nacional. Os dois grupos cumpriam pena na mesma galeria. Quase Dois Irmãos aborda o desenvolvimento dessa relação e também o conflito estabelecido por ela. Não por acaso foi ali e naquela época que nasceu o Comando Vermelho que, mais tarde, passaria a dominar o tráfico de drogas. A ligação é feita por meio de dois personagens, Miguel (um jovem intelectual de classe média, preso político na Ilha Grande e, hoje, um deputado federal) e Jorge (filho de um sambista que, de pequenos assaltos, transformou-se num dos líderes do CV). Amigos na infância e ainda filhos de amigos, Miguel (Caco Ciocler) e Jorge (Flavio Bauraqui) se reencontram na prisão, onde cada um representa o grupo ao qual pertence.
A história começa nos anos 70, quando o País vivia sob a ditadura militar. Muitos presos políticos foram transferidos para a Penitenciária da Ilha Grande, na costa do Rio de Janeiro. Assim como os políticos, assaltantes de bancos estavam submetidos à Lei de Segurança Nacional. Os dois grupos cumpriam pena na mesma galeria. Quase Dois Irmãos aborda o desenvolvimento dessa relação e também o conflito estabelecido por ela. Não por acaso foi ali e naquela época que nasceu o Comando Vermelho que, mais tarde, passaria a dominar o tráfico de drogas. A ligação é feita por meio de dois personagens, Miguel (um jovem intelectual de classe média, preso político na Ilha Grande e, hoje, um deputado federal) e Jorge (filho de um sambista que, de pequenos assaltos, transformou-se num dos líderes do CV). Amigos na infância e ainda filhos de amigos, Miguel (Caco Ciocler) e Jorge (Flavio Bauraqui) se reencontram na prisão, onde cada um representa o grupo ao qual pertence.
Informações Técnicas:
Quase Dois Irmãos - País de Origem: Brasil / Chile / França - Gênero: Drama - Tempo de Duração: 102 minutos - Ano de Lançamento: 2004
Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Imovision
Direção: Lucia Murat
Roteiro: Lúcia Murat e Paulo Lins
Produção: Ailton Franco e Branca Murat
Co-produção: Taiga Filmes, Videofilmes e TS Productions
Música: Naná Vasconcellos
Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick
Edição: Mair Tavares
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